GOVERNO UTILIZA DE “LAWFARE” PARA INTIMIDAR SERVIDORES E EXCLUIR DIRIGENTE DE ASSOCIAÇÃO REPRESENTATIVA.

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Portal das Gerais- O seu portal de Segurança Pública e Notícias – Jane Huscher

Não é de hoje que a reportagem do Portal das Gerais e Rede Gerais de Rádio, vem denunciando a utilização pelo Governo de Minas da Administração Pública para coibir manifestações contra os desmandos, falta de repasse ao IPSM, parcelamento de salários e estagnação salarial.

O Governo de Minas, desde a eleição de Fernando Pimentel(PT), fez exatamente o contrário de sua propaganda eleitoral, onde dizia valorizar a segurança pública e dialogar com os servidores. A prova de que ele não cumpriu o que prometeu, são os inúmeros IPM’s que vários militares estão respondendo por criticarem a Administração Estadual, e pasmem a última: ele excluiu o presidente da ASCOBOM.

Sargento Alexandre, presidente da ASCOBOM foi excluído, por dizer em audiência pública na ALMG(Assembleia Legislativa de Minas Gerais), que o Governo não honrava com suas promessas, e os policiais estavam sofrendo com isso, e que o Comando Geral das Instituições Militares, por terem o poder nas mãos de dialogar com o Pimentel, nada fizeram, se acovardaram no sentido de que eles possuíam o poder de dialogar com o Governador e se ausentaram de suas funções. O presidente da ASCOBOM estava em trajes civis, na função de Presidente e não de Bombeiro Militar, e o Governo, utilizando de “Lawfare”, ou seja, o direito como guerra, excluiu o militar, e ainda abriu dez inquéritos contra ele.

Procuramos a Assessoria Jurídica da Ascobom e segundo o Diretor Sgt Matscelo Boaz Tarley, a utilização da Administração Pública para calar as entidades está cada vez mais latente “É um absurdo não conhecerem do recurso Administrativo do Sgt Alexandre, utilizando da alegação de intempestividade. Temos documentos que comprovam a data do conhecimento da demissão e o protocolo do recurso, cumprindo rigorosamente o art 86 do Código de Ética” disse o Diretor Jurídico.

Nossa reportagem teve acesso aos documentos que comprovam a alegação do Diretor Jurídico da Ascobom, e estão nesta matéria para comprovação(Veja abaixo).

A reportagem do Portal das Gerais está atenta a este fato, pois já divulgamos gravações do Sub Comandante Geral articulando para derrubar as entidades de classe e colocar como dirigentes, pessoas que eles pudessem controlar. “O Governo utiliza o direito como arma de guerra, porém nós não sairemos do “front” e lutaremos até o fim para vencermos esta batalha jurídica” concluiu Sgt Tarley, Diretor Jurídico da Ascobom.

               

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